Carta Aberta a Portugal: Cidadania Activa, Transparência Radical, Democracia Viva

- Formato: carta aberta curta, pronta para redes e publicação.
- Objectivo: defender cidadania activa, escrutínio e transparência radical.
- Ideia-chave: democracia não é um acto eleitoral — é um contrato diário.
Carta Aberta a Portugal
Cidadania Activa, Transparência Radical, Democracia Viva
Não escrevemos contra partidos. Escrevemos contra a captura do Estado.
Não escrevemos contra pessoas. Escrevemos contra um sistema fechado sobre si próprio.
Durante décadas disseram-nos que votar de quatro em quatro anos bastava. Mas uma democracia que só respira no dia das eleições sufoca nos restantes 1 459 dias.
Portugal não precisa de mais siglas. Precisa de transparência.
Não precisa de promessas. Precisa de escrutínio.
Não precisa de discursos. Precisa de dados, verdade e responsabilidade.
O poder teme apenas uma coisa: cidadãos informados, organizados e persistentes.
Não pedimos cargos. Não pedimos favores. Não pedimos licença.
Exigimos luz onde há sombra.
Exigimos explicações onde há silêncio.
Exigimos governação aberta num país fechado em circuito interno.
A democracia não é um cheque em branco. É um contrato diário.
E hoje dizemos, com serenidade e firmeza:
Assinam esta carta os que recusam o conformismo, os que fazem perguntas incómodas, os que acreditam que o futuro não se herda — constrói-se.
Cidadania activa.
Transparência radical.
Democracia viva.